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ABIMAQ Inova 2018 debate a transformação digital da indústria no Brasil



Diante de um mundo em ritmo acelerado de mudanças e de transformações digitais, os painéis do evento, apresentados por mulheres, proporcionaram oportunidades de conhecer novos modelos de negócios, cultura empresarial, proposição de valores, soluções de problemas e pessoas como diferencial

O ABIMAQ Inova 2018, que ocorreu em 22 de novembro na sede da entidade e está em sua 11ª edição, teve como tema ‘A Transformação Digital da Indústria – Líderes que Inspiram’. O principal fórum de inovação da indústria de máquinas e equipamentos discutiu com líderes empresariais as mudanças na indústria, destacando equipes multidisciplinares, as diversidades de pessoas, sejam elas ligadas ao conhecimento, cultura, formação, religião entre outras possibilidades. 

O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, abriu o evento salientando que o ABIMAQ Inova é fruto do trabalho conjunto da diretoria de tecnologia da ABIMAQ e do IPDMAQ.  “Trata-se de um trabalho constante pela modernização e adoção de novas tecnologias e processos produtivos pelas empresas do setor, atuando para aproximar startups e empresas por meio do Programa de Startups Industriais (MOV?)”.

De acordo com Marchesan, a principal missão do ABIMAQ Inova é antever tendências e promover o debate sobre os desafios da indústria. Em edições anteriores foram abordados temas como a indústria do futuro, startups e a transformação da indústria e os novos modelos de negócios 

Neste ano, conforme considerou o dirigente em sua apresentação, os debates deram destaque principalmente na valorização de pessoas, para essa transformação. Desta forma, pode-se desenvolver novos talento com pontos de vistas diferentes com novas abordagens para o desenvolvimento e a adoção de tecnologias que auxiliem na solução das demandas atuais. 

O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, ressaltou que os desafios não são poucos, porém, disse acreditar que o Brasil reúne todos os requisitos para crescer e se desenvolver tecnologicamente, para ser o tão desejado País do futuro. “Não tenho dúvida que estamos na fronteira de uma nova era da inovação, onde a revolução industrial vai ao encontro da revolução digital e espero que as apresentações aqui sirvam de inspiração e motivação para que possamos nos reinventar a cada dia”, complementou. 

O gerente do Departamento de Engenharia Metal, Mecânica, Equipamentos, Transportes e Serviços, da Finep, André Carneiro, comentou a importância de participar de um evento onde se poderia aprender com as mulheres, que se destacam como líderes na indústria. Disse que era é bom se lembrar da constelação das mulheres que está sempre em volta de todos. “Falo isso como esposo, como pai, filho, neto, irmão, como aluno. Durante toda a nossa vida essas estrelas estão em volta da gente, e conectam e principalmente dão a liga para o mundo prosseguir”. 

Painel I 

Desafios, Oportunidades e Estratégias para Transformação Digital

Anita Dedding, gerente divisional do Departamento de Tecnologia da ABIMAQ

“Nós da ABIMAQ frente à transformação que vem acontecendo numa velocidade muita alta, quando falamos na indústria 4.0, como tendência e evolução, vemos que na prática isso já é uma realidade. Em termos de tecnologia não é apenas investimentos de capital, mas principalmente investimento em relação a talentos. Uma prova disso foi uma iniciativa nossa, quando criamos uma fábrica-conceito em 2016. Quisemos mostrar na prática como desmistificamos os conceitos. Conseguimos sucesso nesse evento, e para nossa surpresa a principal revelação foi que, seja qual fosse o tipo de tecnologia, ela tinha que estar integrada, conectada, e vimos que as empresas detêm um número significativo de talentos que precisam ser provocados e desafiados. Foi assim que obtivemos resultado. Hoje, nós somos uma referência quando falamos em desmistificação de Indústria 4.0. Nesse sentido, temos mostrado para as empresas que as tecnologias estão cada vez mais acessíveis. Então, algumas coisas que parecem muito distantes da realidade, conseguimos mostrar que não são, como por exemplo os custos de um drone, do sequenciamento genético e da energia solar. Para a empresa evoluir para o conceito da Indústria 4.0, as tecnologias já estão disponíveis e se tornando cada vez mais acessíveis. Resta saber quais tecnologias possam efetivamente agregar valor à estratégia de negócio. O problema é, como mapear as tecnologias nos negócios? São essas e outras questões da Transformação digital que viemos discutir aqui com as empresas”. 

Angela Maria Gheller, diretora de oferta e produtos de supply chain da Totvs
 
“Em 25 anos, nós passamos por modificações de nossos sistemas integrados. No passado, buscamos o entendimento de que éramos, depois descobrimos que o grupo poderia acelerar esse entendimento e transformá-lo em conhecimento. Depois aprendemos que a colaboração gera mais conhecimento. As pessoas dos departamentos começaram a entender que juntas poderiam ter mais conhecimentos e mais informação. Isso deu start para nossos sistemas integrados, e que todos hoje devem ter uma solução que faça isso, o BackOffice das empresas. Com o advento do Iphone, há cerca de 10 anos, o homem descobriu que conectado podia se expressar e consumir algo a qualquer momento, em qualquer lugar. Nesse momento começa a possibilidade de as informações estarem juntas com as necessidades do ser humano em qualquer lugar. O Homem descobriu que podia se conectar a qualquer coisa. Depois percebeu que também podia digitalizar seu caminho e opinião, usando conexão como extensão do seu conhecimento. Nessa hora ele preferiu consumir do que comprar. Esse ponto é o start da transformação digital. Porque ele não precisava mais comprar uma coisa para ele ter informação”. 

Adriana Belmiro da Silva, CEO da Balluff

“Somos uma empresa voltada para a indústria 4.0 e há aproximadamente dois anos, nosso CEO na Alemanha se preguntou: “Como posso visitar um cliente, falar de soluções, ajuda-lo a digitalizar seus processos, e captar dados na produção, se a minha produção não faz isso?” Ela é automatizada, mas não é digitalizada. Então, nós começamos um processo chamado Lean Digital Transformation, que foi um bom caminho para buscar eficiência.  E nós criamos uma plataforma global. Estávamos num processo de migração de uma nova plataforma aqui.  Quando entrei na companhia, observei que era uma empresa de automação, mas havia muitos funcionários. Precisávamos rever um pouco nossos processos e nesse meio tempo a empresa na Alemanha entrou com esse novo projeto e globalmente fizemos experiências. Mas primeiro foi preciso entender onde estávamos e encarar os processos. Tínhamos um processo de encapsulamento de sensores e a gerência industrial sabia que havia algo errado. Um dos motivos era que 70% do tempo da produção dos sensores estava nesse processo. Outra coisa que chamou atenção foi que todas as ordens de produção estavam na mão de um coordenador, que escolhia essas ordens de produção e definia a ordem de entrada. Revisitamos o processo e olhamos os dados. Hoje temos todas as ordens na tela e o coordenador teve que aprender sobre o novo processo depois de um primeiro momento de ajustamento. É possível implantar a digitalização olhando pequenos processos e não é preciso ser uma multinacional ou ser muito grande. É necessário começar olhando pequenos processos e oportunidades de melhorias”. 

Painel II  

Pessoas como Protagonistas na Transformação Digital

Michelle Schneider, sales manager – marketing solutions at LinkedIn

“Falando sobre transformação digital, o LinkedIn tem hoje quatro áreas de negócios. A primeira e mais conhecida é a rede de empregos. Foi assim que começou, mas hoje quando perguntamos porque a pessoa está no LinkedIn o “procura empregos” está em oitavo lugar. O principal objetivo agora de ter um perfil é contar com uma vitrine, onde qualquer pessoa possa ver quem é você profissionalmente, onde estudou, trabalhou e que projetos realizou. O segundo lugar é o networking, o que é fundamental independentemente de cargo, setor ou carreira de qualquer pessoa. O terceiro objetivo é conteúdo. O foco do LinkedIn cada vez mais tem sido se tornar e solidificar-se como uma plataforma de conteúdo profissional. Voltando à transformação digital, como a gente transformou o papel do LinkedIn na indústria de recrutamento? Antes o headhunting era feito na “unha” mesmo. Ligava-se nas empresas e descobria-se quem era a pessoa que atendia uma conta e tinha determinada função. A seguir o trabalho era mapeado na mão, junto com a estrutura organizacional de cada empresa. Isso exigia muito trabalho. Basicamente, as empresas tinham grandes desafios quando contratavam. O primeiro era buscar empresas como a Catho, vagas.com, etc., e dentro do perfil dessas plataformas haviam pessoas que procuravam empregos. Isso gira em torno de 20% a 30% da população em média. As empresas tinham opção de procurar profissionais ali ou contratavam consultorias de recrutamento, que cobravam muito caro pelo trabalho e mapeamento. Hoje, de cada três profissionais, um tem perfil no LinkedIn. Então, ficou muito fácil para as próprias empresas acharem candidatos. Elas não precisam depender mais de um headhunter. O mercado de recrutamento se transformou completamente”.

Mirella Ugoloni – human and organizational development manager at Votorantim

“A Votorantim está promovendo um movimento em função do que foi falado aqui, mas também por essas transformações que estamos vendo não só na indústria, mas em todos os segmentos de negócios. Em 2016, a Votorantim chegou à conclusão que deveria fazer um movimento de transformação grandioso... Pelo nosso programa 1818, identificamos que precisávamos conectar todos os líderes de todas as empresas investidas com as novas tendências de consumo, interação e produção. Isso para que eles estimulassem esse ambiente, esses processos de alta performance e inovação dentro de cada uma das investidas. E com isso conseguiremos construir os próximos 100 anos. Ele se chama 1818, porque no logotipo o primeiro centenário é preenchido porque a história já foi construída. O segundo 18 é vazado porque é a história a ser construída a partir deste ano. Preferimos chamar de movimento ao invés de programa, porque ele é constituído por cinco grandes movimentos: transformação consciente, business design, novos padrões e tecnologias emergentes, cultura de alta performance e global mindset. Começamos em 2016, com cultura de alta performance em todas as empresas investidas e depois fizemos outras ações como uma feira aberta ao público de tecnologias emergentes, e criamos um ecossistema. A Votorantim chamou parceiros, clientes, startups, universidades, e abrimos isso para o público externo. As empresas da Votorantim apresentaram seus projetos de tecnologia e os parceiros mostraram o que têm de mais inovador em tecnologia. Este ano, estamos trabalhando o Business Design para os líderes pensarem em novos modelos de negócios a partir do próprio core”. 

Caroline Maffezzolli, diretora de marketing digital na Great Place to Work – GPTW

“Sabemos que ela traz uma grande incerteza, mas talvez o maior erro seja achar que a Transformação Digital tenha a ver apenas com tecnologia. É um novo modelo mental, de mindset e de novas formas de pensar o negócio. Há vários dados que indicam que para cada emprego que a Transformação Digital faça desaparecer, outros quatro novos surgirão. São funções, papeis e atividades que hoje nós nem imaginamos que surgirão. Nós da Great Place to Work, entendemos que o caminho está na capacitação de pessoas e organizações. Temos estudado pelo menos há quatro anos a questão da Transformação Digital e quanto ela vai impactar as empresas nas formas de trabalho e as relações de trabalho. Cada vez mais teremos mais jovens trabalhando não apenas para uma empresa, mas prestando serviço para várias delas. Às vezes, esses profissionais podem estar em outra cidade ou até em outro país. Precisamos entender como essas relações vão mudar e como nos preparamos para isso. Nós acreditamos muito na questão da capacitação. Cada empresa tem sua característica única e sua cultura e, às vezes, também precisa passar por esse movimento de mudança cultural para se preparar para a transformação digital, mas não existe uma receita pronta. É preciso adaptar a realidade a cada empresa”. 

Andressa Schneider – Cofundadora da 99Jobs

“A 99Jobs tem uma metodologia máster, que entra em todos os nossos processos, que é a do Raj Sisodia, fundador do Movimento Capitalismo Consciente. Ele fez um estudo, pelo qual entendeu que em 1989 o mundo passou por quatro fatores principais. O primeiro foi a queda do Muro de Berlim; a China começou aplicar conceitos de free market, ou livre mercado, cada um vende o que quer por quanto quer; e houve um sério derramamento de petróleo no Mar do Norte, que levantou inúmeras questões de sustentabilidade, que até então não se falava; e foi criado o www. Sisodia entendeu que houve uma ruptura na forma como as empresas passariam a ser vistas. As empresas que vieram antes de 89, passam a ser chamadas de empresas adaptadas, porque elas têm que se adaptar a essas quatro novas mudanças. E as empresas que vieram depois passam a ser a empresas nativas, porque já nasceram com todos esses conceitos. Elas começaram sustentáveis, digitais e com livre comércio. Isso implica hoje, que quando você pega às vezes uma pesquisa da Universo Global ou de melhores lugares para se trabalhar, você sempre encontrará as nativas no topo, como Google, Facebook e Apple (que não é nativa, mas ele considera nativa com a volta do Stevie Jobs em 95 e fez ela se transformar nativa). Nós entendemos que existe uma conversa que é mais bem-feita nessa comunicação e como se transmite essa cultura. Quando falamos de empresas concorrentes hoje e de que elas estão tirando os talentos, e porque os talentos não querem ir para certos lugares, nós sabemos que essas empresas não estão concorrendo entre si. Sabemos que as pessoas podem estar declinando uma proposta para ir para uma garagem. Do outro lado, há matérias que incentivam os jovens ao empreendedorismo e aos aplicativos. Há uma série de vilões, uma delas é a forma como as empresas se comunicam. Há peças que podem ser atribuídas a qualquer empresa, basta trocar o logo. Outro vilão são as formas como são vendidas as vagas no Brasil”.  

Palestra Magna  

O Impacto da Diversidade na Transformação Digital

Ana Paula Kagueyama, diretora sênior de operações globais do PayPal

“Hoje o PayPal está presente em mais de 200 países e são 250 milhões de clientes no mundo inteiro, sendo que 9 milhões de usuários estão aqui na América Latina, e 3,5 milhões no Brasil. Então, você precisa entender dos mercados e ter pessoas que possam ajudar a construir uma empresa de fato multicultural. São mais de 10 milhões de estabelecimentos que aceitam o PayPal no mundo inteiro. Em 2017, processamos mais de 7,6 bilhões de transações e pagamentos via PayPal. Todo mundo sabe e não é novidade de que dinheiro em espécie vai deixar de existir e atualmente temos o celular com uma grande forma de pagamento também. Hoje, no Brasil, entre os clientes que usam Smartphone 75% já realizam transações por seu intermédio e mais 84% quando se fala de serviços online como jogos, Uber, 99, e outros. O PayPal também está nos postos Shell como forma de pagamento, sem que precise usar cartão de crédito. Hoje em dia, trabalhamos com a tecnologia One Touch em que o cliente não precisa utilizar senha. Simplesmente, com a digital, conseguimos reconhecer o próprio cliente e isso reduz bruscamente a fraude. O pagamento digital é fácil, mas o difícil é conseguir controlar a fraude, porque a internet é um mundo de ninguém”.





Número: 228
Março/2011

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